O que fazer em Capitólio - Passeios (dia 2) 3/4
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O que fazer em Capitólio – Passeios (dia 2) 3/4

Oi mundo!!!

Mais uma semana linda falando sobre o que fazer em Capitólio!! Hoje vamos falar sobre o nosso segundo dia de passeios.

Como vocês já sabem, esse é o terceiro post de 4 que estamos aqui compartilhando tu-di-nho sobre Capitólio com vocês! Se você não tem ideia do que tô falando, olha aí um pequeno índice e uma fotinha para você se localizar:

  1. Viagem e Hospedagem
  2. Passeios (dia 1)
  3. Passeios (dia 2) – HOJE!!
  4. Comida e Cidade

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Então, hoje vou falar sobre o segundo dia de passeios. Vou manter em formato de tópicos como de costume.

Furnas:

A ideia inicial era passar o dia no Paraíso Perdido (falaremos daqui a pouco sobre o lugar!), não tínhamos horário para chegar então não precisamos sair desesperados do hotel. Mas também não demoramos muito, já que esse era o lugar mais longe que iríamos. Como de costume, no caminho fomos explorando os lugares, olhando as placas e decidindo com o que valia ou não a pena gastar um tempinho. Foi aí que concluímos que todas as cachoeiras pagavam o valorzinho de R$ 30 por cabeça para respirar lá dentro e mantivemos a ideia de não entrar em todo canto. Na estrada vimos a placa de Furnas e resolvemos entrar. É uma pista pequena, cheia de curvas, mas muito bem conservada que dá acesso a toda a represa de onde sai boa parte da energia consumida por aí. E o mais legal, acesso total e free!

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Lá há vários mirantes que rendem fotos lindas, além de que, é possível ver  a hidrelétrica e as máquinas gigantes. Fomos andando pelas ruazinhas, vimos a parte administrativa da empresa, parte das casinhas onde moram os funcionários, um posto de gasolina, uma loja de decoração, um lugar aparentemente que dava para nadar no lago. Foi muito legal esse passeio porque deu para conhecer toda uma realidade de pessoas que vivem para que a gente tenha energia em casa. Mentira, na verdade não deu para saber – de fato – nada disso. Só foi minha imaginação pensando sobre como eles viviam, como é sua rotina diária de vida e essas coisas.
Andamos, andamos e andamos, até que chegamos em um lugar que parecia outra cidade. Resolvemos retornar para conseguir chegar com facilidade ao Paraíso Perdido. Perdemos em torno de 2h com todo esse rolê. Se estiver com pressa, só vá até os mirantes e volte, gastaria uns 40 minutos.

Paraíso Perdido:

Voltamos para a MG que dá acesso às atrações em Capitólio e continuamos andando por mais alguns quilômetros. A estrada que dá acesso ao Paraíso Perdido é de responsabilidade da cidade ao lado de Capitólio. São uns 30 minutos de estrada de chão, muitas vezes um tanto quanto instável, mas nada muito absurdo, já que acessamos o local com um Corolla. Como de praxe, R$ 30 por cabeça. O Paraíso Perdido conta com espaço de campping e pequenos chalés. Tem também uma área para piquenique e churrasco, além de um restaurante local, onde almoçamos. (no próximo post eu conto detalhes sobre os alimentos, preparem!) Clique aqui para acessar o site oficial.

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Depois do almoço, fomos conhecer o local e, sinceramente, eu fiquei um pouco decepcionada por motivos de: muito pequeno. Logo depois da área de piquenique e estacionamento há um pequeno riacho com um lago no final. Como de costume, águas cristalinas, pedras amarelas e paisagem paradisíaca. Nessa altura do campeonato, começamos a achar tudo meio parecido, sabe?
A estrutura local é bem legal, há pegadas pintadas nas pedras para te dar segurança de onde pisar, bem como salva vidas em todos os cantos. A exploração acontece basicamente na beira da cachoeira, pelas pedras. No caminho há vários poços (fundo, péssimo para quem, como eu, não sabe nadar).  Ficamos ali algumas horas, deitamos nas pedras, tomamos sol, colocamos os pezinhos na água fria e depois ficou tudo bem entendiante. Estava bem cheio, a paisagem era linda e as fotos também ficaram ótimas. Mas resolvemos ir embora porque já tínhamos conhecido todo o lugar.

Quer dizer, nesse momento me sinto na obrigação de abrir um parentese. Na verdade, faltaram mais dois pequenos poços. O acesso é feito pelo canto da pedra subindo segurando em uma corda e o salva vidas falou que era bem perigoso principalmente para quem não sabia nadar. Ficamos uns minutos observando e vimos algumas pessoas escorregarem e caírem na água. Os comentários do pessoal que estava por perto era que lá em cima não tinha nada extraordinário e que também era bem perigoso. Preferimos não arriscar. Acho que o lance era mais a ação de escalar a pedra sem equipamento de segurança nenhum do que de fato explorar a parte de cima.

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Depois de tudo…

Voltamos por volta de 16h e resolvemos explorar Capitólio. Primeira coisa que encontramos foi uma espécie de praia de água doce, mas não tínhamos certeza se era apropriada para o banho.

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Andamos por muitas estradas de chão esquisitas e infinitas, por ruas novas em bairros bonitos e isso nos rendeu fotos incríveis e vários ângulos de um por do sol invejável que a cidade proporciona.

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Capitólio/MG – Abril/2016

Por hoje é isso! Semana que vem tem o último post dessa série. Espero que estejam gostando, se animando e, principalmente, que estes relatos estejam ajudando a todos vocês.

Se já foi e tem alguma dica sobre o que fazer em Capitólio, conta nos comentários. Se foi depois dessas dicas me conta também!

Quer saber mais sobre Minas Gerais? Acesse esse link e aproveite o melhor estado do Brasil!

 

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